Ushuaia é bem maior do que que eu pensava quando olhava suas fotos. Na periferia já há uma ligeira desorganização urbana. Fui direto ao Camping do Rio Pipo que o casal de Camarones tinha me recomendado. É no finalzinho da cidade. Tem uma grande área para Camping e um refúgio grande, quentinho e acolhedor.
O senhor que me recebeu foi muito simpático. Decidi ficar num quarto coletivo pois assim não perderia tempo armando e desarmando a barraca e poderia usar mais tempo a internet. Tinha um bando enorme de alemães alegre e ruidosos. A noite foi tranquila depois de tanto frio e vento na barraca. Acordei cedo e fui procurar o que fazer. Procurei primeiro uma nova lâmpada para o farol juntamente com a conexão. A lâmpada, para minha surpresa, o dono da loja me deu, não quiz que eu pagasse. Depois visitei o museu do presidio.
A cidade é toda cercada por montanhas ou pelo lago, tudo bem gelado.
Fui em busca da clássica foto.
Depois visitei o belissimo Parque Nacional. Lá tem o final da Ruta 3 que liga Buenos Ayres à Ushuaia. Hoje é toda asfaltada. Somente o trecho chileno é que é de rípio.
A Argentina é como a Austrála, já tem um território na Antartida, com governador e tuso.
Um valioso exemplo de como o descuido com as coisas da natureza pode prejudicar.
Taí a consequencia:
No Parque Nacional tem uma área de camping livre, infestada por coelhos e raposas (zorros) que corre livremente entre as barracas.
Na primeira noite conheci esta simpatico casal de Catarinenses que está fazendo a viagem no sentido contrário ao meu. Me deram muitas dicas e me encorajaram a subir ao mirante das Torres del Paine e o Fitz Roy.
Na última noite, quando voltei ao refugio, novamente ele estava repleto de alemães. A grande mesa reservada ao buffet deles estava havia, mas eles ocupavam todas as outras mesinhas "fazendo hora" antes da sua farta ceia. Não havia um único lugar disponível. Parei, em pé, na entrada, estudando o que fazer, onde colocar o computador. Foi quando um alemãozão, percebendo o que ocorria, gritou um blá blá blá qualquer e os alemãoes partiram em debandada para a mesa do buffet. Foi hilário, fiquei um pouco encabulado mas depois ri bastante. Este alemãozão é o Joseph, que reside atualmente em Viña del Mar e vive de organizar estes tour de alemães. Ele conhece bem o Brasil e meu importantes dicas de como "alinhavar" melhor as atrações turísticas da fronteira Chile x Argentina.
Nesta mesma noite conheci dois belos casais casais franceses. Quando o vinho rolou as diferenças idiomáticas diminuiram bastante.
A cidade é toda cercada por montanhas ou pelo lago, tudo bem gelado.
Fui em busca da clássica foto.
Depois visitei o belissimo Parque Nacional. Lá tem o final da Ruta 3 que liga Buenos Ayres à Ushuaia. Hoje é toda asfaltada. Somente o trecho chileno é que é de rípio.
A Argentina é como a Austrála, já tem um território na Antartida, com governador e tuso.
Um valioso exemplo de como o descuido com as coisas da natureza pode prejudicar.
Taí a consequencia:
No Parque Nacional tem uma área de camping livre, infestada por coelhos e raposas (zorros) que corre livremente entre as barracas.
Na primeira noite conheci esta simpatico casal de Catarinenses que está fazendo a viagem no sentido contrário ao meu. Me deram muitas dicas e me encorajaram a subir ao mirante das Torres del Paine e o Fitz Roy.
Na última noite, quando voltei ao refugio, novamente ele estava repleto de alemães. A grande mesa reservada ao buffet deles estava havia, mas eles ocupavam todas as outras mesinhas "fazendo hora" antes da sua farta ceia. Não havia um único lugar disponível. Parei, em pé, na entrada, estudando o que fazer, onde colocar o computador. Foi quando um alemãozão, percebendo o que ocorria, gritou um blá blá blá qualquer e os alemãoes partiram em debandada para a mesa do buffet. Foi hilário, fiquei um pouco encabulado mas depois ri bastante. Este alemãozão é o Joseph, que reside atualmente em Viña del Mar e vive de organizar estes tour de alemães. Ele conhece bem o Brasil e meu importantes dicas de como "alinhavar" melhor as atrações turísticas da fronteira Chile x Argentina.
Nesta mesma noite conheci dois belos casais casais franceses. Quando o vinho rolou as diferenças idiomáticas diminuiram bastante.
Nenhum comentário:
Postar um comentário