domingo, 6 de dezembro de 2009

Seu nome vai ser ...

Tá na moda esta frase, né? Viram a mãe do Presidente falando assim no filme? Pois é! Muita gente gosta de dar nominhos às coisas. Ana, então, nem se fala. Imaginem que até às partes da gente ela dá nominhos: radhija, princesinha do agreste, alfredo e adolfo, .... Tem um, porém, que detesto: "pitoquinho"! Isso não é justo! Ela bem que poderia chamar de "condinha" já que às vezes se transfigura numa "anacooooooooooonda". Bom, deixa isso prá lá, nosso assunto aqui é carro. Desde o início ela deu ao carro um apelido carinhoso: Landinha. É carinhoso, sim, mas não acho marcante. Prá esta viagem era necessário um nome mais forte. Pensamos em "Land Lover" (dita por um bêbado que não conseguia pronunciar Land Rover), "Sputinik" (ela adorou este nome, achei antiquado), "La Poderosa" (como a moto de Che), ... Nome é uma coisa que deve bater, chapar de primeira. Mas num é que um belo dia, surfando na santa internet, descubro o nome "Anastazia Bebeya"!  Anastácio era o nome de meu pai falecido no dia do meu último aniversário, aos 95 aninhos de idade. E Ana me chama de Bebê e eu, com minha poderosa falta de criatividade, rebato chamando-a de Bebea. Pronto, achei, bateu, chapou! Então lá vai, solenemente: "Seu nome vai ser ... Anastazia Bebeya".

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